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Portos administrados pela Codeba fecham primeiro semestre com receita de R$ 252,57 milhões

Os portos administrados pela Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) registraram receita conjunta de R$ 252,57 milhões no primeiro semestre de 2026. O valor representa crescimento de 5,41% em relação aos R$ 239,60 milhões contabilizados no mesmo período do ano passado.

De acordo com informações do Jornal Portuário, o resultado reúne as operações dos portos de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus, na Bahia, além do Porto de Itajaí, em Santa Catarina, que permanece sob gestão transitória da companhia. Em valores absolutos, o avanço foi de aproximadamente R$ 12,97 milhões.

O Porto de Aratu-Candeias apresentou a maior expansão percentual entre as unidades baianas. A receita passou de R$ 82,66 milhões para R$ 93,08 milhões, alta de 12,61%. O desempenho foi influenciado pelo crescimento das receitas terrestres e dos arrendamentos relacionados à movimentação de granéis sólidos.

Acostagem e arrendamentos

Em Salvador, o total chegou a R$ 53,38 milhões, crescimento de 2,84% diante dos R$ 51,91 milhões registrados entre janeiro e junho de 2025. As receitas de acostagem avançaram de R$ 2,28 milhões para R$ 2,90 milhões, enquanto os valores fixos provenientes de arrendamentos subiram de R$ 6,07 milhões para R$ 6,83 milhões.

Sob gestão temporária da Codeba, o Porto de Itajaí contabilizou R$ 98,37 milhões, ante R$ 89,73 milhões no primeiro semestre do ano passado. O crescimento foi de 9,63%. Somente as receitas marítimas aumentaram 15,17%, passando de R$ 51,46 milhões para R$ 59,26 milhões.

O Porto de Ilhéus registrou R$ 7,73 milhões em receitas no período. Desse total, R$ 1,05 milhão teve origem na parcela fixa dos contratos de arrendamento.

O crescimento consolidado indica melhora na geração de receitas, mas os resultados são desiguais entre as unidades. Aratu-Candeias e Itajaí concentraram os avanços mais expressivos, enquanto Salvador apresentou uma expansão mais moderada. A avaliação da eficiência dessa gestão também deverá considerar movimentação de cargas, custos operacionais e investimentos realizados em cada porto.

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