A temporada de cruzeiros 2025/2026 movimentou R$ 4,76 bilhões na economia brasileira. O levantamento considera tanto as viagens realizadas entre portos nacionais quanto os navios de longo curso que incluíram destinos brasileiros em seus itinerários.
O impacto econômico da atividade vai além das operações nos terminais de passageiros. A chegada de um navio movimenta serviços de transporte, alimentação, passeios turísticos, comércio, hospedagem, abastecimento e manutenção portuária.
Para as cidades que recebem escalas, o desafio é fazer com que os passageiros circulem pelos destinos e consumam produtos e serviços locais. A integração entre terminais, transporte urbano, atrativos turísticos e comércio influencia diretamente o valor deixado por cada visitante.
Infraestrutura
Os números também reforçam a importância da infraestrutura destinada aos cruzeiros. Terminais adequados, processos de embarque mais eficientes e melhor conexão com as cidades ajudam a ampliar o retorno econômico da temporada.
Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a qualificação da infraestrutura portuária para o turismo marítimo faz parte de uma agenda que considera não apenas os navios, mas também a relação dos terminais com os destinos e os serviços oferecidos aos visitantes.
Com a temporada 2026/2027 programada para começar em outubro, o resultado anterior oferece uma referência sobre o potencial do segmento. O crescimento dependerá da capacidade de transformar o fluxo de passageiros em renda distribuída entre diferentes atividades econômicas das cidades costeiras.






