A temporada de cruzeiros marítimos 2026/2027 deve movimentar aproximadamente R$ 144 milhões na economia da Bahia.
A estimativa considera a chegada de mais de 180 mil turistas nacionais e estrangeiros entre outubro deste ano e abril de 2027.
Salvador terá 47 atracações durante o período e permanecerá como o principal destino de cruzeiros do estado.
Escala e atrações variadas
A capital funciona tanto como escala quanto como ponto de acesso a atrações históricas, culturais e gastronômicas, concentrando boa parte dos gastos realizados pelos passageiros em terra.
A movimentação beneficia diferentes atividades, como receptivos turísticos, guias, bares, restaurantes, comércio, transporte por aplicativo, táxis, artesanato e serviços portuários. Tripulantes que desembarcam durante as escalas também participam desse consumo.
O impacto econômico projetado corresponde a uma média de aproximadamente R$ 800 por visitante. A distribuição efetiva, no entanto, varia conforme a duração das escalas, o número de passageiros que desembarcam e o tipo de passeio contratado.
Além da capital, a circulação de navios amplia a visibilidade da costa baiana e pode estimular a inclusão de outros destinos nos roteiros.
Para isso, são necessários terminais adequados, operação portuária eficiente, segurança, transporte organizado e integração entre o porto e o setor turístico.
O volume de passageiros, isoladamente, não garante que os recursos permaneçam na economia local. A capacidade de converter as escalas em receita depende da oferta de experiências, da qualificação dos serviços e da participação de pequenos negócios nos roteiros comercializados aos cruzeiristas.






