Os portos brasileiros começam em outubro a temporada de cruzeiros marítimos 2026/2027.
A programação prevê a passagem de oito navios, distribuídos por 187 roteiros e 675 escalas ao longo da costa nacional.
As operações mobilizam terminais de passageiros, empresas de receptivo, transportadoras, agências de turismo, restaurantes e o comércio das cidades atendidas.
Destinos
Além dos portos de embarque, os destinos que recebem escalas também se beneficiam dos gastos realizados pelos passageiros durante as visitas.
O Ministério de Portos e Aeroportos informou que trabalha com autoridades portuárias e demais órgãos envolvidos para organizar o fluxo de viajantes e as operações dos navios.
A atividade exige integração entre os terminais, prefeituras, Receita Federal, Polícia Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária e empresas do setor.
A oferta programada mostra que o Brasil continua relevante para o mercado sul-americano, embora o desempenho da temporada dependa da qualidade da infraestrutura, dos custos portuários e da capacidade de oferecer experiências competitivas em terra.
O número de escalas, portanto, representa mais do que movimento nos cais. Cada parada abre uma janela curta para transformar passageiros em consumo local. Quanto melhor a conexão entre porto e cidade, maior a parcela da receita dos cruzeiros que permanece no destino.






